Brasileirão? Só na CAAR mesmo!

Neste final de semana foi realizado o Campeonato Brasileiro de Elétrico categorias 13.5 Blink e 17.5 Blink nas dependências da CAAR em Curitiba.

Julho em Curitiba é para se esperar um frio de congelar os dedos mas o que vimos foi um frio amigável e com um domingo de calor. Muitos pilotos, muitos visitantes e muita torcida.

Desde quinta-feira a pista da CAAR já estava cheia de gente treinando. Foi quinta-feira e sexta-feira de manhã até a noite com piloto treinando na CAAR o que se mostrou no nível que tivemos durante o evento.
Pista umida, nós damos um jeito!

Sábado foram realizados os treinos cronometrados e logo após a separação dos grupos de pilotos nas categorias 13.5 BLINK e 17.5 BLINK para começar os heats classificatórios.

Foram 6 heats de cada categoria valendo os 3 melhores de cada piloto. Na 13.5 BLINK a pole ficou com Cesar Salvadori, piloto de São Paulo e na 17.5 BLINK a pole ficou com Pedro Thieme piloto de Curitiba.

O evento foi muito bom, box da CAAR tão cheio, tão cheio que a rede elétrica no sábado não estava aguentando. 

No total tivemos 40 pilotos inscritos no Campeonato Brasileiro de 2016, foram
23 inscritos na 17.5 Blink e 17 inscritos na 13.5 Blink.

Na 17.5 Blink houve uma complicação na hora do resultado, uma situação muito chata mas temos os resultados finais da prova. 

Só podemos dizer que que no fim, ficou assim:


Na categoria 13.5 BLINK a disputa foi grande, o nível foi forte. Mas após 2 finais, Cesar Salvadori sagrou-se Campeão Brasileiro de 2016.

Muitos fatores influenciaram o resultado de algumas provas e a performance de alguns pilotos mas o que mais se destacou foram os pneus. Os pneus do evento estavam muito inconstantes, o carro tinha uma performance diferente com cada pneu. Eram 3 jogos liberados e teve piloto que usou apenas 1 pois ou não quis arriscar ou teve uma má experiência com os outros jogos.

Mas tirando os problemas, falhas e outros "extras" o evento foi muito bom. Com certeza vai ficar para a história e memorável. 

Que venham os próximos Campeonatos.




Essa ficou para história. As melhores voltas do domingo... exatamente iguais!



Parabéns a todos os participantes e à organização de prova!

Fotos: Chico Lima e Felipe Franceschi

Mais uma enquete realizada!

Mais uma enquete chegou ao fim e parece que todos querem mesmo é andar de 17.5 por isso que é a categoria com maior número de inscrito. 

Mas MODIFIED seria algo muito bom também.


Já temos a nova enquete preparada, continuem votando sempre para sabermos o que todos pensam a respeito de assuntos relevantes do nosso R/C.

No mundo do R/C, uma senhora!


Em OUTUBRO de 1996 alguns loucos resolveram sair dos estacionamentos de mercados, secretariaspúblicas e outros lugares nada apropriados para a prática do modelismo e montar uma pista própria.

O traçado original foi desenhado pelo Joel Nisio, muitos hoje acham sem graça mas na época sair de um estacionamento e ir para uma pista era o céu. Até OVAL era maravilhoso.

Quem participou do início da CAAR sabe como era andar em uma pista onde o miolo era terra e pedras pois a grana estava curta para plantar grama ou outra coisa qualquer.

Lembram Marcelo Gubert, Aurelio Siu Hang,  Wagner Mineo Hirata, Nélio José Smolareck. Demorou mas com o tempo fizemos o preenchimento do miolo com concreto e no início a divisão da pista era feita com corda de navio.

Na torre de pilotagem de madeira gastamos R$3.000,00 em 1997 (na época era praticamente
US$3,000.00) e ainda foi tópico de muita brincadeira por parte dos associados da extinta APARC. Era coisa do tipo: "O palanque de vocês é de madeira, coisa de pobre. Que lixo!"

Pois é APARC tinha uma grande estrutura mas... CAAR ainda vive e a APARC morreu!

Muita história nestes 20 anos de CAAR. A velhinha está viva e ainda dá um bom caldo. Só quem conheceu a CAAR a 20 anos para saber como a pista evoluiu muito e hoje tem uma estrutura invejada por muitos e adorada até por pilotos de São Paulo que contam hoje com a AARC (excelente pista). Certo Fabricio Zamperetti?

Outubro.... 20 anos da CAAR! Vai ter festa? Festa não sei, mas vai ter corrida e se Deus quiser, corrida da boa!!!

Fotos: Chico Lima, Kenedi Quequi e Willian Capitelli

Verão? Mas é julho!

No final de semana passado foi realizada a 5ª etapa do Campeonato Curitibano das categorias Super Stock e Blink com excelente grid.

Julho, em Curitiba é sempre muito frio com baixas temperaturas mas neste fim de semana estava calor ou seja, o clima ideal para mais um dia de corrida. Mas uma coisa não escapou da realidade do nosso mês de julho.

A noite, o orvalho aparece que ao amanhecer a pista estava muito
molhada só por causa do orvalho e nos pontos de sombra as pista estava impraticável. Porém, achamos uma solução que com certeza iremos usar no Campeonato Brasileiro que será realizado no fim deste mês.

Falando da corrida foi tudo muito disputado. A categoria BLINK está bombando com um excelente grid e com muitos pegas. Está sendo a categoria mais equilibrada da atualidade.

Nesta etapa da BLINK tivemos a estreia de Adriano Ferro e Gustavo Zem no pódio na categoria. Adriano é um piloto oriundo da Super Stock e agora ficando raízes na PICK-UP BLINK. Gustavo Zem vem treinando e buscando um bom resultado e agora chega em 2º lugar na etapa e também no Campeonato.


Na Blink o pódio foi:

1º  Adriano Ferro
2º  Gustavo Zem
3º  Otávio Langowiski

Falando da Super Stock, apensar de ter uma redução no grid o nível
só aumentou.

Tivemos o cancelamento de um heat por falha na pontuação dada pelo sistema. Então a Super Stock teve 7 heats corridos e 6 heats valendo.

Categoria cada vez mais rápida e a 6ª etapa promete ser ainda melhor pois já iremos usar um aditivo mais compatível com a pista e os novos pneus G32 que se mostraram excelentes.

Mas a próxima etapa será realizada após o brasileiro e até lá é foco total no Campeonato Nacional do elétrico no Brasil contando com a presença dos melhores pilotos on-road na pista da CAAR.


Voltando à Super Stock, o pódio da categoria foi:

1º Alexandre Hirata
2º Lucas Baruffi
3º Lincoln Almeida

Nos vemos no brasileiro ou na 6ª etapa do Campeonato Curitibano.

Fotos: Chico Lima


Fim, finito, the end!

Os tempos vem e vão e a vida segue sempre em frente e nesse fluxo segue o R/C! O primeiro chassis de ponta que apareceu em terras tupiniquins foi o velho HPI RS4 o que hoje é apenas história e peça de museu.

E da HPI nasceu a Hot Bodies que eram os produtos de competição com uma forte equipe de pilotos dos quais podemos mencionar: Andy Moore, Atsushi Hara e Jilles Groskamp.

A equipe foi campeão mundial de TC e Off-road 1/8. Títulos que muitas marcas estão correndo atrás até hoje sem sucesso mas, como tudo na vida tem um fim, a equipe HOT BODIES já era.

Teve uma onda de contratos sendo encerrados e com o término do contrato (ENCERRAMENTO MÚTUO) de Jilles Groskamp que se deu logo ao fim do TITC 2016 a HOT BODIES não tem mais nenhuma equipe de competição.

Seria um sinal do que? O que podemos esperar da marca? Ficam as perguntas!

Fonte: Jilles Groskamp

Crise profunda!

Dizem alguns que não existe crise, mas para o pessoal do R/C com certeza o dólar a R$4,00 é a crise pois nossos materiais ficam todos muito caros.

Muitos vão dar uma segurada nos investimentos no hobby pois de acordo com a nossa enquete, serão 62% dos pilotos segurando as rédeas.


De uma forma ou outra, 53%!


Mais uma enquete finalizada! E de acordo com o resultado, mais de 50% aprova o formato de corrida da CAAR, 34% não aprovam e 12% acham regular.


A enquete só veio confirmar que o nosso formato tem obtido sucesso e nestes tempos de crise vai provar que é o melhor formato se analisado custo/benefício.

Continuem votando em nossas enquetes!


Fim inesquecível!

Finalmente, Campeonato Curitibano chegou ao fim depois de etapa decidida apenas com tomada de tempo, etapa com pista lisa, etapas perfeitas... e assim foi.

Para não mudar muito, a 9ª etapa também foi bem emocionante com pista lisa de manhã, úmida e minutos depois chegando a ficar seca mas logo após o heat 4 uma chuva que parecia que ACABOU veio atrapalhar mas secaram a pista e fizemos o heat 5.

Foi tudo muito esquisito... com a chuva pilotos foram embora e perderam o heat 5 mas nada tirou o brilho da última etapa de mais um campeonato de elétrico. De 2011 até hoje, já fizemos 5 campeonatos de uma categoria que havia morrida e de acordo com alguns, nunca mais voltaria.


5 anos de sucesso e grid cada vez melhor. Este grid com 11 pilotos foi o pior do ano mas era esperando pois sendo a última etapa e com previsão de tempo a pior possível muita gente não foi correr.


Na Super Stock a tabela não mudou muito e teve a confirmação de Willian Capitelli como Campeão Curitibano 2015 e na Clássicos, Otávio Langowski levou o caneco de Campeão mais uma vez.

Resultado da Super Stock, deu apenas XRAY nas 3 primeiras posições:

1º Willian Capitelli
2º Lucas Baruffi - TQ
3º Flavio Salinet



Resultado da Clássicos

1º Otávio Langowski
2º Chico Lima
3º Julio Bernardinetti


Agora, corrida de elétrico este ano só em 2016 com o Campeonato Curitibano 2016 que já tem seu regulamento e datas divulgados.

Fotos: Chico Lima e Familia Baruffi

Americana, suiço e 2 brasileiros!

Para o Brasil foi um Campeonato Mundial histórico. Todos nós nos perguntávamos: "Quando teremos um brasileiro em uma final de mundial?"

Bom, no mundial que foi realizado em Americana neste fim de semana tivemos não só 1 mas 2 pilotos na final.

Flávio Elias já era esperado, não foi uma surpresa mas Henrique Winik podemos dizer que foi o destaque. Henrique andou muito bem, conseguiu mostrar serviço e ficar na frente de pilotos TOPs indo para a final classificando-se em 6º lugar.

Na final Henrique teve problemas e terminou em 8º mas ir para a final já foi uma grande conquista. Flávio Elias, testou o coração de todos na final pois chegou a andar em 3º porém o ritmo dos ponteiros era impressionante deixando Flávio em 4º o que é um excelente resultado.

A emoção mesmo foi a disputa entre Shimmo e Simon pela liderança para se ter uma idéia de como foi, após 1 hora de corrida Shimmo chegou apenas 0.2 segundos atrás de Simon.

Foi com certeza um dos melhores Campeonatos e o que pessoalmente podemos destacar foi Lamberto Collari pela primeira vez fora de uma Final de mundial. O italiano colocou uma cadeira em cima da mesa dos boxes e ficou assistindo a final com cara de criança que não ganhou sorvete.

Vamos ver a final na integra para tentar captar um pouco do que foi a emoção assistindo lá em Americana.


Video: Youtube de Fred Tranquilin